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NA MÍDIA
Quem coletou, coletou

Quem não se certificou, não mais poderá coletar água no Estado de São Paulo. Hoje é a data limite para os consultores cumprirem as exigências da famigerada SMA 100, que exige certificação para este trabalho.

Ou quase isso. O desenrolar do processo que culminou com a SMA 100 provocou um grande alvoroço no mercado das empresas de consultoria ambiental. O que era inicialmente voltado para laboratórios acabou “espirrando” para as empresas de consultorias, indústrias e todos que realizam coletas de amostras para análises ambientais. O conceito é absolutamente correto: para que uma análise seja confiável, o método de coleta deve seguir critérios de qualidade tanto quanto os da própria análise no laboratório. Em resumo, os procedimentos de coleta fazem parte da análise.

As empresas afetadas mobilizaram-se para se adequar, mas viram-se oprimidas pelos prazos e custos da certificação. Mesmo absorvendo-se os custos, os prazos de adequação não são curtos e os prazos para as visitas do INMETRO, o órgão responsável pela certificação, chegam a ser desalentadores. Esta argumentação factual permitiu a negociação, da qual eu tive a satisfação de liderar, junto à Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, com o apoio e a compreensão do Diretor Carlos Roberto dos Santos e do Presidente Otávio Okano, da CETESB, e do então Secretário de Meio Ambiente, Bruno Covas. Com isso obtivemos a edição da SMA 100, estendendo o prazo por mais dois anos para a certificação das empresas afetadas. Esse prazo vence hoje, 22 de outubro de 2015.

A situação das empresas afetadas mudou, com várias em vias de certificação junto ao INMETRO, mas não não obtendo sucesso devido a dificuldades nos prazos com este órgão. Carlos Roberto dos Santos e Otávio Okano mostraram-se novamente sensíveis às dificuldades apresentadas e articularam um parecer favorável à extensão do prazo para aquelas empresas que já tiverem obtido o protocolo válido junto ao INMETRO, o que demonstra que elas dependem apenas daquele órgão para finalizar sua certificação. O parecer com a extensão do prazo por um ano foi encaminhado para a Secretária do Meio Ambiente, Dra. Patrícia Iglecias, que, tudo indica, deverá decidir favoravelmente pelo parecer e publicar uma nova resolução com esta decisão.

Em resumo, quem plantou colheu. E vai continuar coletando amostras com qualidade.  

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